segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Vamos para a V Jornada de Agroecologia da Bahia.



A Teia dos povos, tem a honra de convidar tod@s  para participar da V Jornada de Agroecologia da Bahia, a realizar-se nos dias 19 a 23 de abril de 2017, no Campus Sosígenes Costa da Universidade Federal do Sul da Bahia,  PORTO SEGURO Rodovia Porto Seguro – Eunápolis-BA BR-367 – km 10 Porto Seguro-Bahia, com a temática “Terra e território: natureza, educação e Bem Viver
 Durante a V Jornada de Agroecologia da Bahia serão realizadas plenárias, rodas de conversa, espaço auto-organizado de mulheres, oficinas , troca de sementes crioulas, mostra de filmes, apresentações culturais, ciranda infantil, feira de economia dos povos, cortejo e demais espaços para o debate e compreensão  sobre o tema proposto
 

Preparando a Jornada



Em preparação e mobilização da V Jornada de Agroecologia da Bahia, que esse ano se terá em Porto Seguro, mestre Joelson e o cacique Nailton, junto a Vince e Pablo da Rede Mocambos visitaram as aldeias e assentamentos do extremo Sul.

Visite o Baobáxia para conhecer mais!


domingo, 22 de janeiro de 2017

Chamamento a Tecer a União dos Povos



Quando o calendário Maia sinalizava o fim dos tempos em 2012, o que muitos não perceberam foi que esse prenúncio anunciava o fim de um ciclo, o colapso da ordem vigente, começava ali a ruir o velho e a ascensão do novo. Nós da Teia dos Povos acolhemos a mensagem do povo guerreiro do sol e começamos a semear os frutos com a realização da I Jornada de Agroecologia, no Assentamento Terra Vista no sul da Bahia, onde caminhamos rumo à unificação da luta dos povos historicamente oprimidos pela invasão portuguesa, a elite escravocrata e a chibata dos coronéis.

Neste momento, a Conjuntura atual nos mostra a falência do estado democrático burguês, já que as grandes corporações, o latifúndio ideológico midiático e a economia baseada na especulação financeira sepultaram qualquer possibilidade de consenso entre o povo e o conservadorismo da elite nacional. O muro de Trump nos EUA e a perseguição aos imigrantes que tentam entrar na Europa, só evidenciam a contradição do discurso falido de liberdade produzido pelo sistema capitalista. Pois os povos que migram da periferia do mundo para os EUA e Europa, só o fazem porque foram saqueados historicamente e estão sendo massacrados pela ganância dos países centrais.

A Teia dos Povos seguindo as trilhas dos encantados abertas pelos nossos ancestrais convoca todos os trabalhadores, trabalhadoras, povos tradicionais e povos indígenas a tecer os fios do Bem Viver,1 alicerçado na defesa do território, na matriz Agroecológica e na construção da soberania alimentar. Elementos ancestrais cultivados com muita resistência pela memória biocultural dos nossos povos e, compõem uma ferramenta essencial na luta pela libertação da sociedade, que é oprimida cotidianamente pelo “globalitarismo2” imposto pela ordem do capital. É preciso entender que o ano de 2017 será de muita luta, muito trabalho e grandes conquistas; a ilusão da mudança através do voto não pode mais existir; rasgaram a constituição, e não haverá solução através das vias pacificas, da obediência ou da conciliação de classe.

Nessa perspectiva, em 2017 a Teia dos Povos tem seis grandes tarefas, a primeira: buscar e construir a grande aliança dos povos. A segunda: conquistar e garantir a terra e o território dos povos indígenas, dos quilombolas e todos os trabalhadores do campo. Terceira: contribuir para a recuperação dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. A Quarta: produzir sua auto- existência nas suas terras, no território e desenvolver a soberania alimentar. Quinta: construir uma economia para além do capital, e por último, construir as quatro grandes escolas – Escola do Arco e da Flecha, Escola Quilombola, Terreiro e Tambor; Escola das águas e Mares, Escola da Floresta do Cacau e do Chocolate.

Para celebrar a união dos Povos, a Teia invoca todos os encantados, caboclos, minkisi, voduns, orixás e a todos os guerreiros e guerreiras do povo para ecoar um grito que vem do Sul da Bahia, lugar onde começou a colonização dos povos originários do Brasil, pois, nem mesmo após 517 anos de exploração foram suficientes para apagar o sonho de uma construção coletiva, capaz de conectar sociedade, natureza e ancestralidade em um único elo de resistência e luta. Por isso simbolicamente a V Jornada de Agroecologia da Bahia será realizada em Porto Seguro nos dias 19 a 23 de abril, recordando a data da chegada dos Portugueses, na própria Mata Atlântica, o bioma que sofreu a primeira devastação do sistema agro-exportador, do qual o Brasil é refém até hoje. Os povos da Teia se propõem a cuidar e a co-evoluir juntos com nossa Mam´etu Utukilu (mãe natureza), cabrucando, semeando e reflorestando um novo tempo que virá!

O Momento é de compartilhar Nosso Bem Viver (projeto de sociedade), que passa pela construção de uma educação alicerçada com as sabedorias ancestrais dos nossos povos e a construção de uma ciência para além do capital e a serviço do povo. É tempo de recomeçar, a história pertence à mulher e ao homem que nunca desiste e não tem medo de lutar!

Dizendo ao povo que avance !!! Avançaremos

1 Para conhecer melhor o conceito do Bem Viver, visite http://www.cimi.org.br/pub/Porantim/2015/Encarte_Porantim381_dez2016.pdf

2 “Globalitarismo” é o nome dado por Milton Santos ao modo de globalização predominante no mundo
Fotografias por Sinistro Baiano

“JAMAIS SE CURVAR, LUTAR E APRENDER
ESCUTA MENINO, RAONI ENSINOU
LIBERDADE É O NOSSO DESTINO
MEMÓRIA SAGRADA, RAZÃO DE VIVER
ANDAR ONDE NINGÚEM ANDOU
CHEGAR AONDE NINGUÉM CHEGOU
LEMBRAR A CORAGEM E O AMOR DOS IRMÃOS
E OUTROS HERÓIS GUARDIÕES
AVENTURAS DE FÉ E PAIXÃO
O SONHO DE INTEGRAR UMA NAÇÃO
KARARAÔ… KARARAÔ… O ÍNDIO LUTA PELA SUA TERRA
DA IMPERATRIZ VEM O SEU GRITO DE GUERRA!”

 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

VIII Encontro Afro-Ecumênico da Comunidade de Caxuté


  Foi realizado entre os dias 2 e 4 de Dezembro, o VIII Encontro Afro-Ecumênico - ENAFRO, na comunidade de Matriz Africa Caxuté em Valença no Baixo Sul da Bahia. O Encontro ocorre desde o ano de 2008 e tem o objetivo de promover o diálogo entre as religiões e cultos de diferentes matrizes, destacando a luta em defesa da liberdade religiosa, contra o racismo e as praticadas de intolerância.

  O encontro é realizado entre os dias 2 e 4 de Dezembro de cada ano, a data faz referência a celebração do dia de Santa Bárbara na igreja católica, ao tempo que os cultos de matriz africana homenageiam a Nkisi/Orixá dos ventos e das tempestades, chamada de Matamba pelo povo de tradição Bantu/Angola e Yansã pelas nações seguidoras da tradição Keto/Nagô.





 Um dos encaminhamentos do Encontro foi a convocação para todas as comunidades, religiões e cultos de matriz africana juntarem forças entre elas, além de outros segmentos da sociedade organizada para efetivação de políticas afirmativas. Segue a carta política aberta a toda sociedade com todos os detalhes do VIII ENAFRO.

  Para nós da Teia dos Povos, este convite chega num momento crucial, onde cada vez mais fica clara a necessidade de articular nossas lutas para combater o racismo, a violência religiosa e demais práticas colonizadoras e eurocêntricas que chegaram nas naús do descobrimento e até hoje se repetem, dia após dia, como se não houvesse jeito, como se fossem irremediaveis. No entanto, como nos lembra Don Durito (EZLN), A diferença entre o irremediável e o necessário é que para o primeiro não é preciso se preparar. E só a preparação torna possível o segundo; portanto é tempo de preparar os solos onde as alianças serão cultivadas e com sabedoria e alegria nos UNIR para a defesa de nossas culturas, cosmovisões e territórios.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Estudantes da UFRB em luta pela Educação do Campo


Um antigo próverbio nos ensina, DIZER A AÇÚCAR, AÇÚCAR, AÇÚCAR NÃO ADOÇA O CAFÉ, assim, cerca de 200 estudantes da Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC) do curso de Ciências Agrárias iniciaram no último domingo, 08 de Novembro, a ocupação do Centro de Formação de Professores – CFP da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) em Amargosa.

Motivados pelo não cumprimento mínimo dos acordos feitos em Março de 2014 como residência, assitência e alimentação, os estudantes do LEdoC ocuparam o estacionamento do CFP/UFRB, onde pretendem ficar por tempo indeterminado.

Segue a carta política dos ocupantes.




A Teia dos Povos tem como princípio a solidariedade irrestrita a tod@s que estão em luta, em especial quando a luta visa criar estratégias de reconhecimento e fortalecimento das Políticas Publicas de Educação do Campo, conquistadas pelo Movimento de Educação do Campo. Assim, desejamos a tod@s discentes do LEdoC que continuem em luta!



segunda-feira, 2 de novembro de 2015

CARTA DA TEIA DOS POVOS

  

Com o tema: Terra, Território e Poder, nós militantes da Teia dos Povos, nos reunimos entre os dias 29/10 e 01/11/2015 no Assentamento Terra Vista, no Município de Arataca, Estado da Bahia, para realizarmos a IV Jornada de Agroecologia e  reafirmarmos o nosso compromisso com a defesa dos direitos, da vida e da transformação social, ao mesmo tempo que repudiamos a democracia burguesa e todas as formas de enganação política e moral que levam a crer que há soluções justas dentro do capitalismo.

Diante das diferentes crises proporcionadas pelo capitalismo que afrontam e põem em risco a vida de todas as espécies no planeta, viemos, com urgência, convidar todas as forças comprometidas com a ética, a justiça e a dignidade, para lutarmos juntos contra a exploração do trabalho humano, a devastação da natureza, o envenenamento e a intoxicação dos organismos vivos e, a favor de um projeto popular de poder, que envolva, em uma ampla teia democrática e pluriétnica, mulheres, homens, jovens e crianças na busca pela emancipação social e humana.

Constatamos que a situação de calamidade que se encontram os corpos d'água brasileiros em todas as regiões do Brasil, não têm como causa as crises climáticas, mas na ganância dos capitalistas que encontram, nos bens da natureza, o último recurso para acumularem riquezas. Para além disso, denunciamos que a causa maior da violência contra as águas têm suporte político, jurídico e militar do governo conivente e colaborador das forças dominantes e dirigentes do País.

Exigimos do governo Brasileiro a imediata realização da reforma agrária, a demarcação dos territórios indígenas e áreas de remanescentes de quilombos, o cumprimento das legislações no que se refere à educação dos povos do campo, das águas e das florestas, o oferecimento de educação com qualidade para toda a classe trabalhadora e a interrupção imediata do fechamento das escolas do campo e da cidade, bem como, que o Congresso Nacional suspenda todos os projetos de lei criminosos que afrontam o direito ao território próprio dos povos indígenas, negros e trabalhadores em geral.

Declaramos que, enquanto índios, negros, camponeses, lutadores e lutadoras sociais, não temos mais espaço neste modo de produção que prioriza a acumulação, por meio da produção de mercadorias, para satisfazer aos geradores de violência que concentram  a renda e as decisões políticas sobre o destino da humanidade, por isso, convidamos o povo à rebelião geral, pela defesa da vida, da soberania e da dignidade.

Saudamos com as nossas experiências e comemoramos os avanços alcançados na construção de projetos agroecológicos de iniciativa popular que visam a construção de uma sociedade Socialista. Nos colocamos à disposição da luta em prol de uma educação crítica e libertadora, da conscientização da classe trabalhadora, povos e comunidades tradicionais e da implantação de soluções que se oponham ao esforço devastador do capital.

Nos comprometemos a lutar contra a exploração da terra, das águas, das espécies da natureza e dos seres humanos, ao mesmo tempo que convocamos todos os seres de luz e encantados, para fortalecer nossa ancestralidade e caminharmos juntos na reconstrução do “Bem Viver”.

Nos somamos a quem luta e resiste contra o assalto aos direitos sociais que o governo vem implementando, que faz penar os trabalhadores, aumentar a violência e leva a sociedade ao retrocesso e à barbárie, ao mesmo tempo que, convidamos para lançar-nos ao trabalho de base, no plantio de novas sementes naturais e organizativas para resgatarmos a esperança, a indignação e a coragem  de traçarmos o nosso próprio destino em direção à nova sociedade.

Juntos construiremos uma sociedade justa, fraterna e solidária.

Vida longa à Teia do Povos!


 Diga ao povo que avance! Avançaremos!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Mesa de Abertura da IV Jornada de Agroecologia

“Bahia terra de coco,
de azeite de dendê.
A água do coco é doce,
eu também quero beber.”

Cerca de 300 indígenas de diversas aldeias deram início à IV Jornada de Agroecologia da Bahia com o ritual do fogo, conduzido pela mestra Maria Muniz (Maiá) e Cacique Nailton, da Reserva Indígena Pataxó Hã Hã Hãe - Caramuru Catarina-Paraguaçu. Após o ritual, foi realizada a Mística de Abertura com uma encenação do poema de Ademar Bogo, O Recado da Terra, que indica a necessidade de cuidar de Gaia para que seus filhos, homens, mulheres, pássaros, plantas, árvores e demais seres tenham uma perspectiva de vida comum.



“O que fizer à terra, fará com seus filhos, assim diz o Cacique.”

            
Logo em seguida, Joelson Ferreira, da Teia dos Povos e do Assentamento Terra Vista - MST, deu a saudação de boas-vindas a todos os Elos e participantes. Em sua mensagem, cumprimenta aos Indígenas, “verdadeiros donos da terra”, ao Povo Preto e aos companheir@s dos movimentos sociais que estão em luta pela defesa da Terra. Joelson lembrou também a importância da atuação do MST na Região Sul da Bahia, que há 23 anos mobiliza trabalhadores e agricultores na pauta pela reforma agrária, tendo o Terra Vista como primeiro assentamento no coração da região cacaueira. Finaliza as boas vindas agradecendo a tod@s @s participantes e frisando a importância do momento histórico que envolve a IV Jornada.


A Mesa de Abertura segue com a coordenação de Alda, do CIMI, e Nanda, do NEPPA, que convidaram um representante de cada elo e das diversas entidades presentes para o momento de saudação à plenária e breve apresentação de sua atuação na Teia, na Jornada e nos Territórios. Após as apresentações do Elos, Joelson Ferreira finaliza a Mesa com um breve histórico da Jornada, ressaltando os temas escolhidos conforme os objetivos e conjunturas vividas em cada ano. Nesta IV Jornada, o momento histórico que vivemos exige um aprofundamento na compreensão do que é Terra, Território e Poder:

“A humanidade vive um momento crucial. A cada dia que passa, vemos a natureza sendo estuprada e destruída pelo Capitalismo, que ameça nossas formas de vida. Sua principal arma é a propriedade privada da terra. Estamos diante de uma guerra que não fomos nós que criamos. Não há tempo para abaixarmos as cabeças ou ficarmos de braços cruzados. Precisamos fazer nossas estratégias de defesa da Mãe Terra, nos levantarmos e enfrentarmos essa guerra de frente. Por isso, é fundamental um momento como este, da IV Jornada, onde tantos povos estão reunidos. Cabe a nós fazer desta reunião um momento que avance para além da celebração, tornando-se esperança para a defesa da nossa Mãe, a Terra. Nós precisamos ter a coragem e o entendimento de que é a partir da terra que vamos avançar. Sem terra não há liberdade.” - Joelson Ferreira

Edith, do GeografAR (UFBA), lembrou que na construção de unidade é preciso ter paciência e cooperação: “Se você quiser ir rápido, vá sozinho. Se você quiser ir longe, vamos juntos”. Edlene puxou a saudação do NEPPA com uma música construída durante o Estágio Interdisciplinar de Vivência e Intervenção – EIVI, de 2014: “O grito de barretá ecoa além da morte. Índias e negros lutando ombro a ombro, braço forte.  A luta não é só sua, a luta não é só minha, a luta é de todo o povo que resiste à tirania.”


“No momento onde tantos estão lutando por seu território, não haveria tema mais propício que esse. Me sinto honrada por estar nessa mesa e por poder falar desse assunto que está virando uma questão de vida ou morte. Falar de território é estar vulnerável à morte. Então a gente precisa aproveitar essa Teia para se fortalecer juntos. Nós precisamos ser uma voz, nós precisamos ser um corpo”, comenta Nádia Akauã, Tupinambá de Olivença, da Aldeia Tucum. Em sua fala, Nádia saudou seus ancestrais e relembrou as perdas de muitas parentes e parentas que morreram na luta em defesa de seu território. Nesse momento, Maria Muniz e Cacique Nailton acolheram a parenta e seu desabafo, com cânticos e orações.

Em sua fala, Cacique Nailton convocou a todos para o envolvimento na luta, em especial a juventude: “Guerreiro vem ver, guerreiro vem cá. Guerreiro vem ver sua luta como está. Oh guerreiro vem ver, oh guerreiro vem olhar.” Haroldo, do CIMI, trouxe uma análise do entendimento dos povos indígenas sobre a omissão e lentidão do Estado no processo de demarcação dos territórios: “O vermelho da bandeira da Bahia tem um significado muito ruim para os indígenas da Bahia. Esse vermelho significa morte. Precisamos travar esse sistema. Há um ditado mexicano que diz: “Eles nos enterraram, mas esqueceram que éramos sementes'.  Essa semente está na hora de germinar”.

No final da Mesa, a Jornada foi saudada pela companheira Yashodã, da Comunidade Morada da Paz, do Rio Grande do Sul. Em sua primeira participação na Jornada, Yashodã afirmou que veio até a Bahia, em uma viagem de três dias, para selar essa integração entre os povos e os movimentos de resistência que atuam nesses territórios.

“O mundo está dividido em dois, os que tem fome os que tem medo dos que tem fome. Existe inferno? Sim. Existe o inferno de todo o dia, construído por nós mesmos. Mas existem apenas duas formas de sair do inferno. Se acostumar com ele e ser indiferente ou lutar contra ele”, comenta Yashodá que finaliza sua fala com um canto Yorubá: “Que o pássaro da verdade sobrevoe a nossa cabeça e que tenhamos força nos braços e o coração puro para sermos sementes da verdade”.

Estiveram presentes na mesa de abertura da IV Jornada de Agroecologia da Bahia:
Cacique Edvaldo – Pataxó,
Ana Dália – UNEB,
Valdo Cavalé – Profº UFLPR
Leonardo – Tele Sur,
Ajane – Sec. Trabalho Emprego e Esporte de Salvador
Yashodã – Morada da Paz do Rio Grande do Sul,
Cacique Nailton – Pataxó Hã Hã Hãe,
Nádia Akauã Tupinambá de Olivença,
Luciano Ferreira – CETA,
Silvana – Profª UFRB – Educação do Campo,
Edite – UFBA - GEOGRAFAR,
Valderli – CPT,
Alamo Pimentel – Profº UFSB,
Haroldo Heleno – CIMI,
Eulália – IFBaiano,
Durval – Inst. Cabruca,
Edlene – NEPPA,
Nara – Ocupação Mercado Sul Vive e NACER– DF
Carlos Borges – INCRA,
Vera Lucia – SEPROMI,
Alberto – Presidente do CIMA,
Amanda – Cáritas,
Zuza – MLT,
Rubens – Resex Caçurubá – Caravelas,
Zé Campo – CESOL,
Pássaro – Serra Grande,
Janira – Escola Agrícola Margarida Alves,
Felipe Estrela – AATR,
Iris Salazar – MCP – Feira de Santana,
Lanns Almeida – Sec. Agricultura – Itabuna,
Michela – MDA,
Valnei – MST,
Alexandre – Profº IFBA,
Joelson – Assentamento Terra Vista - MST.